TEA Apoio e Informações https://autismo.psc.br/ Educação e Informações sobre o TEA, recursos, benefícios por Gabi e Nina Sat, 06 Dec 2025 21:42:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/autismo.psc.br/wp-content/uploads/2025/02/cartoonstyledrawingofacolorfultoycaronamulticoloredpuzzlepattern.jpg?fit=32%2C32&ssl=1 TEA Apoio e Informações https://autismo.psc.br/ 32 32 242056429 Isenção de Impostos na Aquisição de Veículos (IPI/IOF) https://autismo.psc.br/isencao-de-impostos-na-aquisicao-de-veiculos-ipi-iof/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=isencao-de-impostos-na-aquisicao-de-veiculos-ipi-iof Sat, 06 Dec 2025 21:28:01 +0000 https://autismo.psc.br/?p=211 Hoje vamos conversar sobre a isenção de IPI/IOF para pessoas com autismo.Essa é uma dúvida que aparece com frequência no consultório — e fora dele também! Então, vamos lá.Como eu adoro contar histórias, vamos começar lá no passado, nos anos 90. Em 1995, a Lei 8.989 foi o primeiro dispositivo a garantir a isenção de […]

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Hoje vamos conversar sobre a isenção de IPI/IOF para pessoas com autismo.
Essa é uma dúvida que aparece com frequência no consultório — e fora dele também! Então, vamos lá.
Como eu adoro contar histórias, vamos começar lá no passado, nos anos 90.

Em 1995, a Lei 8.989 foi o primeiro dispositivo a garantir a isenção de IPI. Naquela época, era destinada a pessoas com deficiência física que não podiam dirigir automóveis comuns. Permitida a aquisição, diretamente ou por representante, de automóvel nacional com isenção de IPI e IOF. Desde então, o benefício da isenção de IPI pode ser concedido uma vez a cada dois anos, e o de IOF, uma única vez.

Em 2003, a Lei 10.690 ampliou o benefício para além das pessoas com deficiência física, incluindo também deficiência visual, mental severa ou profunda e autistas. As pessoas com deficiência auditiva foram incluídas em 2021, pela Lei 14.287, que também passou a usar o termo Transtorno do Espectro Autista em vez de “autistas”.

A Lei 14.287 também atualizou as regras de concessão, consolidando as exigências documentais e instituindo o trâmite eletrônico dos processos na Receita Federal.

Por enquanto parece tudo muito legal, né? Mas agora vou falar um pouquinho sobre os pontos polêmicos, o que acham?

Pois então, alguns dispositivos, especialmente o Decreto 11.063 de 2022 e a Instrução Normativa da Receita Federal 1.769 de 2017, regulamentaram os critérios de avaliação médica para fins de isenção.

Foi especificado que, no caso dos Transtornos do Espectro Autista, só são incluídos os casos que se enquadram na codificação CID-10 F84.0 (autismo infantil) e F84.1 (autismo atípico).

Isso significa que os casos classificados como F84.5 (Síndrome de Asperger) não foram incluídos nessa normativa. O intervalo legal trabalha apenas com F84.0 e F84.1, ou seja, casos classificados como Síndrome de Asperger só têm o benefício se forem enquadrados como Autismo Infantil ou Atípico conforme a CID 10.

Além disso, ainda existe a exigência de que o laudo seja emitido por serviço público de saúde ou unidade privada que atenda ao SUS, não sendo aceitos documentos preenchidos por profissionais autônomos ou serviços particulares.

Ou seja, infelizmente não conseguimos emitir esse tipo de documento em consultório particular, só podemos orientar os pacientes se eles se enquadram nesse benefício.

De qualquer forma, segue abaixo o caminho a ser seguido:

Documentos e procedimentos necessários para o benefício:

  1. Laudo Multidisciplinar (médico especialista e psicólogo) (Anexo VIII, IN RFB 1.769/2017), que deve ser:
    • Emitido por serviço público de saúde (SUS) ou unidade privada credenciada ao SUS; e
    • Assinado por um médico especialista, por um psicólogo e pelo diretor do serviço médico/unidade de saúde do SUS onde a equipe que emitiu o laudo avaliou o interessado.
  2. Requerimento eletrônico à Receita Federal (SISEN, Sistema de Concessão Eletrônica de Isenção de IPI/IOF), usando e-CPF ou código de acesso gerado no portal da Receita Federal.
  3. Documentos pessoais, declaração de disponibilidade financeira e, se for o caso, comprovação de representação legal.
  4. Prazos: isenção de IPI – a cada 2 anos; isenção de IOF – uso único; validade da autorização para compra – 180 dias.

Limitações do benefício:
– Veículos nacionais, classificados na posição 87.03 do TIPI (automóveis de passageiros ou mistos) – IPI;
– Para IOF, automóveis de passageiros de até 127 cv de potência bruta;
– Não se estendem a acessórios ou dispositivos não originais do fabricante;
– Não se aplicam a operações de leasing;
– Para IOF, o condutor beneficiário deve possuir CNH com indicação de adaptação, se for dirigir; caso contrário, o veículo será conduzido por pessoa autorizada.

Até logo! Nos avise se quiser ver algum assunto em especial por aqui.

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Ansiedade no Autismo https://autismo.psc.br/ansiedade-no-autismo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ansiedade-no-autismo Sun, 23 Nov 2025 21:45:48 +0000 https://autismo.psc.br/?p=206 Vamos conversar sobre ansiedade no espectro autista?Ansiedade é uma comorbidade muito frequente ao TEA, e impacta a qualidade de vida de muitos!A psicoterapia, sempre que a gravidade dos sintomas permitir, é a primeira linha de tratamento para transtornos de ansiedade em indivíduos com TEA (naqueles que não estão no espectro também). A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) […]

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Vamos conversar sobre ansiedade no espectro autista?
Ansiedade é uma comorbidade muito frequente ao TEA, e impacta a qualidade de vida de muitos!
A psicoterapia, sempre que a gravidade dos sintomas permitir, é a primeira linha de tratamento para transtornos de ansiedade em indivíduos com TEA (naqueles que não estão no espectro também).

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) também possui evidência para abordar pessoas no espectro, mas algumas adaptações podem ser necessárias:
*Uso de recursos visuais: Agendas, histórias sociais, escalas de emoções e termômetros de ansiedade para auxiliar na compreensão e expressão.
*Concretude e especificidade: Evitar abstrações. Focar em exemplos práticos e situações reais.
*Envolver cuidadores ou pessoas próximas: Para reforçar estratégias em casa e generalizar habilidades.
*Foco em habilidades sociais e regulação emocional: Muitas ansiedades no TEA estão ligadas a desafios de interação social e dificuldade em identificar e modular emoções.
*Exposição gradual: Para fobias específicas ou ansiedade social, a exposição controlada e gradual é eficaz, sempre com suporte adequado.
Também podem ser usadas outras estratégias comportamentais e de relaxamento, como o treinamento de relaxamento muscular progressivo e técnicas de respiração.

E sobre a Intervenção Psicofarmacológica?
Ela deve ser considerada quando:
*Não houver melhora significativa após um tempo adequado de abordagem psicoterápica
*Houver sintomas graves causando sofrimento intenso, prejuízo funcional grave (escolar, social, familiar) ou riscos à integridade
*Houver comorbidade grave que já exija tratamento medicamentoso
 
E quais medicamentos são utilizados?
*Antidepressivos ISRS: Também são considerados a primeira escolha para o tratamento farmacológico da ansiedade em TEA. Mas é necessário monitorar cuidadosamente os efeitos colaterais. E a resposta pode ser mais lenta do que na população neurotípica.

Mas outros medicamentos também podem ser utilizados em situações específicas, como:
*Alfa-agonistas (Clonidina): Pode ajudar em sintomas de ansiedade associados à hiperatividade, impulsividade ou agitação.
*Betabloqueadores (Propranolol): Pode aliviar sintomas somáticos da ansiedade, como taquicardia e tremores, mas devem ser usados com cautela.
*Antipsicóticos (Risperidona, Aripiprazol): São aprovados para irritabilidade associada ao TEA mas podem ser considerados em casos de ansiedade grave e refratária, especialmente se houver agressividade ou autolesão significativas.
*Benzodiazepínicos: Costumamos evitar em adultos e mais ainda em crianças devido ao risco de dependência, sedação e possibilidade de desinibição paradoxal. Costumo restringir a situações agudas, sob acompanhamento próximo.
 
Lembrando que um eventual diagnóstico e plano terapêutico deve sempre ser estabelecido com a consulta de uma profissional bem formada. É essencial a avaliação e orientação dos riscos e benefícios em conjunto com a família e o paciente (quando possível), além disso qualquer tratamento exige um monitoramento regular da eficácia e dos efeitos adversos.
 
Gostou? Se quiser que eu escreva um pouco mais e revise algum outro assunto, pode me avisar 😘
 
Referências:

1.  NICE Guideline NG93: Autism spectrum disorder in adults: diagnosis and management. National Institute for Health and Care Excellence, 2018. Disponível em: https://www.nice.org.uk/guidance/ng93

2.  Volkmar, F. R., & McPartland, J. C. (2014). Autism and Pervasive Developmental Disorders. In M. Rutter, D. V. M. Bishop, D. S. Pine, S. Scott, J. Stevenson, E. Taylor, & A. Thapar (Eds.), Rutter’s Child and Adolescent Psychiatry (6th ed., pp. 638-652). Wiley-Blackwell.

3.  Sukhodolsky, D. G., et al. (2013). Cognitive-behavioral therapy for anxiety in children with autism spectrum disorders: A randomized, controlled trial. Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry, 52(11), 1162-1171. DOI: 10.1016/j.jaac.2013.08.006

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TEA: Gênero e Orientação https://autismo.psc.br/tea-genero-e-orientacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tea-genero-e-orientacao Mon, 15 Sep 2025 20:34:40 +0000 https://autismo.psc.br/?p=182 Existem mais pessoas transgênero com TEA? E qual a relação com a orientação sexual? Gênero refere-se aos comportamentos e atitudes considerados típicos de homens ou mulheres em determinado contexto cultural e histórico. Se esta informação lhe parece estranha, tente pesquisar um pouco alguns exemplos: No TEA, prejuízos na interação e na cognição social podem dificultar […]

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Existem mais pessoas transgênero com TEA?

E qual a relação com a orientação sexual?

Gênero refere-se aos comportamentos e atitudes considerados típicos de homens ou mulheres em determinado contexto cultural e histórico.

Se esta informação lhe parece estranha, tente pesquisar um pouco alguns exemplos:

  • As roupas associadas a cada gênero variam conforme a região, a época;-
  • Os estereótipos de gênero ligados a profissões e ao mercado de trabalho também variam.

No TEA, prejuízos na interação e na cognição social podem dificultar a percepção de gênero. Interesses restritos, déficit de flexibilidade cognitiva e sensibilidades sensoriais podem gerar uma sensação de não pertencimento a um mundo neurotípico, reduzindo tanto as oportunidades quanto a qualidade das relações sociais.

Além das hipóteses psicossociais, pesquisadores consideram também fatores do desenvolvimento pré-natal e influências hormonais intrauterinas.

Até pouco tempo, acreditava-se que adolescentes e adultos com TEA fossem majoritariamente assexuais.

Será?

No estudo “Sexual Orientation, Gender Identity, and Romantic Relationships in Adolescents and Adults with Autism Spectrum Disorder” (DeWinter et al., 2017) foram encontradas algumas informações importantes, apesar de haverem algumas limitações que cito:

  • pouco mais de 10% dos participantes tinham menos de 25 anos, o que dificulta conclusões sobre infância e adolescência;
  • quase 25% foram classificados como Transtorno Invasivo do Desenvolvimento sem outra especificação (CID-10 F84.9);
  • metade dos participantes tinha diagnóstico de síndrome de Asperger, síndrome descrita desde 1944, com linguagem e cognição relativamente preservadas, mas mesmo assim com os desafios na comunicação e intenções sociais e interesses restritos característicos do TEA.

Principais achados

  • Uma parcela significativa das pessoas no espectro não se identifica de forma binária.
  • Embora isso seja mais comum entre as designadas mulheres ao nascer, a proporção de quem se identifica predominantemente com o gênero oposto é semelhante nos dois sexos.
  • Mais de 40% das mulheres com TEA não se atraem apenas por homens, e quase 20% dos homens com TEA não se atraem apenas por mulheres.Quase 15% das mulheres e 5% dos homens no espectro não se atraem nem por homens nem por mulheres.

Assim, orientações sexuais não heterossexuais são mais frequentes no espectro do que na população geral.

Um convite à reflexão

Por mais que muitas pessoas com TEA desejem relacionamentos, a maioria não consegue mantê-los.

Isso evidencia os obstáculos sociais severos que enfrentam.Quem está no espectro precisa de acolhimento e compreensão:

  • não ser julgado por identidade ou expressão de gênero;
  • não ser julgado pela orientação sexual;
  • não ser julgado por estar solteiro (afinal, sempre há quem pergunte “quando vai arrumar um namorado/namorada?”).

Pais, familiares, amigos e colegas de pessoas com TEA: Ofereçam apoio incondicional, sem questionar gênero ou orientação sexual.

Um grande abraço!

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Avaliação neuropsicológica para TEA https://autismo.psc.br/avaliacao-neuropsicologica-para-tea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=avaliacao-neuropsicologica-para-tea Thu, 28 Aug 2025 20:46:04 +0000 https://autismo.psc.br/?p=170 A avaliação neuropsicológica para investigação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) não se baseia em um único teste capaz de confirmar ou excluir o diagnóstico. Trata-se de um processo abrangente, realizado por meio de entrevistas, observações clínicas e aplicação de testes padronizados para investigar habilidades cognitivas, emocionais e comportamentais. De modo geral, indivíduos com TEA […]

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A avaliação neuropsicológica para investigação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) não se baseia em um único teste capaz de confirmar ou excluir o diagnóstico. Trata-se de um processo abrangente, realizado por meio de entrevistas, observações clínicas e aplicação de testes padronizados para investigar habilidades cognitivas, emocionais e comportamentais.

De modo geral, indivíduos com TEA apresentam alterações em funções executivas (como planejamento, flexibilidade cognitiva e controle inibitório), no gerenciamento atencional, na linguagem pragmática e nas habilidades sociais, fatores que repercutem na adaptação social e acadêmica.

Esses resultados, quando integrados ao histórico clínico, ao desenvolvimento e às observações comportamentais, fornecem indícios relevantes sobre a possível presença do quadro e auxiliam na compreensão das necessidades e potencialidades do indivíduo.

Cabe ressaltar, contudo, que o diagnóstico do TEA é essencialmente clínico, baseado na persistência de sinais e sintomas desde a infância, sendo a avaliação neuropsicológica um instrumento complementar que fundamenta a investigação diagnóstica e orienta intervenções.

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Vai viajar de Avião? https://autismo.psc.br/vai-viajar-de-aviao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vai-viajar-de-aviao Sun, 06 Jul 2025 12:55:00 +0000 https://autismo.psc.br/?p=120 Seu familiar é dependente de cuidados e vai viajar de avião? Muitas pessoas não sabem, mas as pessoas que necessitam de apoio ou cuidados médicos especiais, ao viajar de avião, podem necessitar apresentar um documento médico constando as necessidades, chamado MEDIF. Já o FREMEC (Frequent Traveller Medical Card), é voltado às pessoas portadoras de condições […]

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Seu familiar é dependente de cuidados e vai viajar de avião?

Muitas pessoas não sabem, mas as pessoas que necessitam de apoio ou cuidados médicos especiais, ao viajar de avião, podem necessitar apresentar um documento médico constando as necessidades, chamado MEDIF.

Já o FREMEC (Frequent Traveller Medical Card), é voltado às pessoas portadoras de condições médicas crônicas, persistentes, e para as quais é esperado manter estabilidade a longo prazo, possuindo validade de 6 a 24 meses, a depender das conduções do paciente e da política da companhia aérea.

É um cartão médico que atesta, de forma padronizada, as necessidades de passageiros frequentes com condições médicas especiais, de caráter permanente e estáveis. Com ele, não é mais necessário preencher o formulário MEDIF a cada viagem — basta apresentar o FREMEC, documento de identificação com foto e o bilhete aéreo, garantindo agilidade no embarque e no atendimento médico em voo.

E onde entram as pessoas com TEA?

As pessoas com TEA podem ser elegíveis, quando sua condição possa ser considerada estável e houver necessidade de suporte durante o vôo. Os pacientes em quadros de agitação agudos ou instáveis ainda necessitam da MEDIF tradicional.

E qual é o benefício da FREMEC para o passageiro com TEA?

Descontos e apoio ao acompanhante

– Uma vez aprovado o FREMEC com necessidade de acompanhante, a companhia reserva um assento adicional para um responsável maior de 18 anos, capaz de atender às necessidades do PNAE. 

– Tarifa do acompanhante: cobrada em valor igual ou inferior a 20 % da tarifa paga pelo passageiro com TEA (equivalente a até 80 % de desconto). 

– As taxas aeroportuárias e serviços adicionais (bagagem extra, por exemplo) não entram no desconto, salvo para transporte de equipamentos médicos, quando o desconto mínimo é de 80 % sobre o excesso de bagagem.

Nível de suporte e necessidade:

De acordo com a Resolução ANAC nº 280/2013, o Passageiro com Necessidade de Assistência Especial (PNAE) pode ter direito, conforme a necessidade e descrição médica a: 

– Check-in e despacho de bagagem prioritários; 

– Deslocamento assistido do balcão de check-in até a aeronave (e vice-versa); 

– Embarque pré-embarque e desembarque com prioridade; 

– Acomodação no assento e arrumação de bagagem de mão; 

– Acompanhamento até a porta de desembarque, retirada de bagagem e acesso às instalações sanitárias; 

– Demonstração individual dos procedimentos de emergência, se solicitado

Para preenchimento de documentação médica de MEDIF, ou FREMEC é indispensável a avaliação médica em consulta médica para melhor aconselhar em relação ao prognóstico da viagem, documentação e necessidades. De preferência busque uma médica que tenha domínio tanto da Psiquiatria, tanto da Medicina Aeroespacial, Sabe Quem?

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Nenhum autismo é “leve” https://autismo.psc.br/nenhum-autismo-e-leve/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nenhum-autismo-e-leve Sat, 05 Jul 2025 00:35:32 +0000 https://autismo.psc.br/?p=108 Quando falamos de pessoas sem deficiência intelectual e com linguagem funcional relativamente preservada, grau de suporte Nível 1, estamos lidando com um perfil de “alto funcionamento” que, na prática, enfrenta desafios sérios, porém menos óbvios. Conheça sete aspectos nos quais um portador de TEA Nível 1 pode tropeçar: 1.  Dificuldades sutis na Leitura e reciprocidade […]

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Quando falamos de pessoas sem deficiência intelectual e com linguagem funcional relativamente preservada, grau de suporte Nível 1, estamos lidando com um perfil de “alto funcionamento” que, na prática, enfrenta desafios sérios, porém menos óbvios.

Conheça sete aspectos nos quais um portador de TEA Nível 1 pode tropeçar:

1.  Dificuldades sutis na Leitura e reciprocidade social

   • Dificuldade para captar ironias, sarcasmo, metáforas e alusões implícitas

   • Trocas de conversa que descambam para monólogos: a pessoa domina o tema, fala em detalhes, mas não percebe que o interlocutor já perdeu o interesse e a atenção

   • Manter o “vai e vem” do diálogo — entrada, resposta, retorno — exige um esforço extra de monitoramento social

2. Comunicação pragmática afetada 

   • Uso de linguagem pedante, formal ou excessivamente literal

   • Dificuldade para ajustar o tom de voz, volume e ritmo conforme o contexto (vídeo-chamada, sala de aula, reunião de trabalho)

   • Problemas para reformular ideias após um mal-entendido (“reparo de comunicação”), o que gera impasses rápidos

3. Rigidez cognitiva e resistência à mudança 

   • Mudar de uma tarefa para outra ou de um ambiente para outro podem desencadear ansiedade

   • Dificuldades em planejamento e gestão do tempo: prazos, quebra de projetos em etapas, priorização de tarefas

4. Aspectos e dificuldades sensoriais

   • Barulhos de fundo em nível moderado tiram a atenção ou provocam desconforto

   • Iluminação, estampas fortes e cheiros podem ser fontes de irritação, mesmo sem uma reação imediata

5. Cansaço de “camuflagem” 

   • Esforço contínuo para imitar comportamentos sociais — sorrir em situações incômodas, manter contato visual prolongado — pode gerar um desgaste emocional

   • Crises de ansiedade, principalmente em ambientes que não entendem essas demandas

6. Dificuldades na construção e manutenção de laços afetivos 

   • Amizades muitas vezes ficam em um patamar superficial; há dificuldade em desenvolver intimidade emocional e empatia situacional — ainda que o desejo de conexão exista

   • Em relacionamentos amorosos, o/a parceiro/a pode se sentir rejeitado/a quando espera leitura de sentimentos não verbal ou apoio emocional “expresso”

7. Desafios no mercado de trabalho ou na faculdade 

   • Reuniões informais, café-break e conversas de corredor, onde nascem oportunidades e network, passam despercebidas

   • Feedbacks subjetivos, como “seja mais comunicativo”, “mostre mais iniciativa”, sem exemplos concretos geram confusão

Exemplos de Estratégias de suporte:

– Estratégias para organização e planejamento, estruturando rotina e tarefas

– Estratégias ambientais, espaços de trabalho silenciosos, uso de fones com cancelamento de ruído

– Treino de habilidades sociais em grupo, com role-plays e feedbacks claros

– Terapias que desenvolvam autorregulação emocional

Conhecer os pontos fracos é essencial para trabalhá-los e definir as prioridades da intervenção e da terapia.

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Existe exame para TEA? https://autismo.psc.br/existe-exame-para-tea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=existe-exame-para-tea Thu, 03 Jul 2025 16:26:41 +0000 https://autismo.psc.br/?p=132 Hoje não existem “biomarcadores” capazes de diagnosticar o TEA de forma isolada, ainda assim os exames laboratoriais cumprem um papel fundamental na investigação de outras condições associadas e para descartar a possibilidade de outras síndromes que possam mimetizar ou coexistir com o autismo. Em alguns casos, testes genéticos e metabólicos podem identificar causas específicas, podendo […]

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Hoje não existem “biomarcadores” capazes de diagnosticar o TEA de forma isolada, ainda assim os exames laboratoriais cumprem um papel fundamental na investigação de outras condições associadas e para descartar a possibilidade de outras síndromes que possam mimetizar ou coexistir com o autismo.

Em alguns casos, testes genéticos e metabólicos podem identificar causas específicas, podendo permitir um melhor aconselhamento familiar e a definição de prognóstico mais preciso

Cabe ressaltar que o médico é quem irá melhor aconselhar quais exames estão indicados e o custo x benefício de cada decisão e exame.

Exemplo de exames clínicos e laboratoriais que podem indicados em casos específicos:

  • Pesquisa de X Frágil 

  • Microarray cromossômico

  • MLPA (regiões 15, 16 e 22) 

  • Cariótipo 

  • Triagem e testes para distúrbios inatos de Metabolismo

Qual é o objetivo e benefício desse tipo de testes?

– Elucidação etiológica, como por exemplo identificar um quadro de autismo associado a síndrome genética

– Diagnóstico diferencial, por exemplo descartando hipotireoidismo e distúrbios inatos do metabolismo

– Prognóstico e Planejamento familiar, podendo os testes genéticos indicar se há alguma taxa esperada de recorrência familiar e se há uma gravidade esperada

E os exames de imagem? Também podem ser indicados?

Os exames de neuroimagem (ressonância magnética, tomografia computadorizada) e eletroencefalograma (EEG) não confirmam autismo, mas também são usados para rastrear possíveis diagnósticos diferenciais.

– Identificar lesões estruturais, como malformações e tumores, que podem causar alterações de comportamento, identificar encefalopatias que possam estar relacionadas ao TEA

– Avaliar quadros de epilepsia, que podem ocorrer de forma comórbidas, ou, em alguns casos, causar alterações de comportamento na vigência de episódios epilépticos, bem identificar eventuais quadros epilépticos subclínicas. 

Cabe ressaltar que o diagnóstico de Transtornos do Espectro Autista é essencialmente clínico, baseado na presença de sinais e sintomas de forma persistente e presente desde a infância. Existem avaliações complementares, tais como testes que podem ser realizados em avaliação neuropsicológica, avaliações fonoaudiológicas e de aspectos sensoriais, que podem auxiliar no diagnóstico, mas não substituem a observação clínica.

Em suma, nenhum exame laboratorial ou de imagem detecta o autismo em si; todos atuam no terreno do diagnóstico diferencial, elucidação etiológica ou prognóstico.

A confirmação clínica depende de observação cuidadosa e, em alguns casos, da realização de avaliações complementares com outros profissionais.

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História do TEA https://autismo.psc.br/historia-do-tea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=historia-do-tea Wed, 02 Jul 2025 16:21:31 +0000 https://autismo.psc.br/?p=101 Você sabia que o autismo, que hoje conhecemos como Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi descrito há mais de 80 anos? Orientar e conscientizar sobre os transtornos do espectro autista é muito importante. Apesar de ser uma condição descrita há muitas décadas, ainda há muita desinformação. As pessoas diagnosticadas com TEA e seus familiares ainda […]

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Você sabia que o autismo, que hoje conhecemos como Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi descrito há mais de 80 anos?

Orientar e conscientizar sobre os transtornos do espectro autista é muito importante. Apesar de ser uma condição descrita há muitas décadas, ainda há muita desinformação. As pessoas diagnosticadas com TEA e seus familiares ainda enfrentam barreiras e preconceito.

Em 1943, Leo Kanner observou e documentou o comportamento de crianças com isolamento social, dificuldades de comunicação e comportamentos repetitivos, identificando padrões e características.

Quase ao mesmo tempo, em 1944, Hans Asperger, um psiquiatra austríaco que também atuou como pediatra, publicou um estudo sobre crianças que tinham habilidades linguísticas e cognitivas preservadas, mas enfrentavam desafios sociais e exibiam interesses restritos e intensos.

Os critérios para diagnóstico dos Transtornos do Espectro Autista incluem obrigatoriamente a presença de déficits persistentes nas áreas de comunicação e interação social e de comportamentos repetitivos, restritos e estereotipados.

Mas o TEA não se limita aos critérios diagnósticos. Ainda observamos e precisamos cuidar de outras características associadas descritas na história do TEA, como os distúrbios do sono, que são muito frequentes.

Além disso, as características são heterogêneas, constituindo um espectro. O prejuízo da linguagem funcional no TEA pode ser mínimo em algumas pessoas e muito grave em outras. Algumas pessoas com TEA podem ter a cognição preservada, mas muitas têm deficiência intelectual junto com o TEA

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Passe Livre Interestadual https://autismo.psc.br/passe-livre-interestadual/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=passe-livre-interestadual Tue, 01 Jul 2025 15:46:34 +0000 https://autismo.psc.br/?p=126 O Passe Livre Interestadual é um benefício oferecido pelo Ministério da Infraestrutura e operacionalizado pela ANTT, regulamentado para garantir gratuidade no transporte convencional interestadual (ônibus, trem e barco) a pessoas com deficiência comprovada, beneficiários do BPC e usuários com renda per capita de até um salário-mínimo. Ele inclui especificamente pessoas com Transtorno do Espectro Autista […]

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O Passe Livre Interestadual é um benefício oferecido pelo Ministério da Infraestrutura e operacionalizado pela ANTT, regulamentado para garantir gratuidade no transporte convencional interestadual (ônibus, trem e barco) a pessoas com deficiência comprovada, beneficiários do BPC e usuários com renda per capita de até um salário-mínimo.

Ele inclui especificamente pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), equiparadas às demais deficiências para fins de acessibilidade. Tanto o titular com TEA quanto seu acompanhante, quando necessário, têm direito à passagem gratuita, desde que atendidos critérios de renda e apresentação do laudo médico no formato padrão do programa.

A necessidade de acompanhante é reconhecida mediante Relatório médico atestando expressamente a imprescindibilidade de ajuda para embarque, desembarque ou deslocamento. Somente um acompanhante pode viajar junto em cada trecho interestadual.

Em 8 de julho de 2024, o Passe Livre Interestadual tornou-se 100% digital e integrado ao gov.br. Agora o cadastro, a emissão e a renovação da credencial são feitos inteiramente online, sem reenviar documentação na renovação. A carteirinha digital, com QR Code, pode ser apresentada em tela de celular ou impressa pelo usuário.

Ou seja, atualmente o médico precisa acessar a plataforma online. A plataforma possui dados dos conselhos de medicina, identificando ao fazer login no gov.br se o profissional médico possui registro ativo no Conselho Regional de Medicina

A pessoa com deficiência necessita estar inserida no Cadastro-Inclusão, caso a pessoa não esteja inscrita, atualmente a deficiência pode ser atestada por um médico na plataforma. O próprio médico atesta a deficiência da pessoa interessada na Plataforma Online do Passe Livre Interestadual.

Para acompanhante o preenchimento também é na plataforma online, devendo o médico especialista descrever a condição médica que justifique a necessidade de acompanhante.

Você já conhecia o Passe Livre Interestadual?

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Transtornos do Espectro Autista (TEA) https://autismo.psc.br/transtornos-do-espectro-autista-tea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=transtornos-do-espectro-autista-tea Mon, 30 Jun 2025 12:28:26 +0000 https://autismo.psc.br/?p=94 Os Transtornos do Espectro Autista (TEA) são condições do neurodesenvolvimento caracterizadas por dois aspectos principais: Prejuízos na comunicação e interação social e Interesses e padrões restritos e repetitivos de comportamento e atividades. A expressão desses sinais varia amplamente entre os indivíduos acometidos, constituindo um “espectro” que vai de quadros em que a pessoa pode levar […]

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Os Transtornos do Espectro Autista (TEA) são condições do neurodesenvolvimento caracterizadas por dois aspectos principais: Prejuízos na comunicação e interação social e Interesses e padrões restritos e repetitivos de comportamento e atividades.

A expressão desses sinais varia amplamente entre os indivíduos acometidos, constituindo um “espectro” que vai de quadros em que a pessoa pode levar vida quase independente, com algum suporte, a quadros que exigem suporte intenso em quaisquer atividades do dia a dia.

Com base no DSM-5, quais são os critérios diagnósticos que devem obrigatoriamente observados?

É obrigatório apresentar déficits persistentes na comunicação social e na interação social, tais como:

   – Dificuldade em reciprocidade social ou emocional (ex.: não compartilhar interesses, emoções ou não responder adequadamente a interações). 

   – Déficits em comportamentos não verbais (ex.: falta de contato visual, posturas e gestos atípicos). 

   – Dificuldade em desenvolver, manter e entender relacionamentos (ex.: problemas para ajustar comportamentos em diferentes contextos sociais). 

De forma associada também devem estar presentes Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades: 

   – Movimentos motores estereotipados ou repetitivos (ex.: balançar o corpo, alinhar objetos). 

   – Insistência em mesmice, resistência a mudanças (ex.: angústia com pequenas alterações na rotina). 

   – Interesses intensos e fixos, incomuns em intensidade ou foco (ex.: fascínio por mapas, números). 

   – Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais (ex.: aversão a certos sons, fascínio por luzes). 

Os sinais presentes desde o período do desenvolvimento inicial, ainda que nem todos sejam plenamente evidentes até que as demandas sociais excedam as capacidades da pessoa.

Os sinais e sintomas causam prejuízo significativo em áreas sociais, acadêmicas, ocupacionais e lazer.

Os sinais não são explicados por deficiência intelectual ou outros transtornos mentais — embora o TEA possa ocorrer junto a essas condições.

Receber um diagnóstico de TEA, ou ter um familiar diagnosticado, é impactante para maior parte das pessoas, principalmente por ser uma condição persistente, ou seja, algum grau de dificuldade e de prejuízo deve perdurar toda a vida. Eu sempre digo que um diagnóstico não é uma sentença, mas sim um conhecimento que permite buscar os caminhos para uma melhor qualidade de vida.

Eu acredito que é importantíssimo termos elevado respeito pelo diagnóstico de autismo, devemos coibir qualquer tipo de fala que invalide as dificuldades dos portadores de TEA, tais como: “todo mundo tem um pouco de autismo”, “é só um autismo leve”, falas assim minimizam o sofrimento e dificuldades enfrentadas pelos portadores de TEA e suas famílias.

Independente do grau de suporte, as pessoas dentro do espectro enfrentam muitos desafios:

– No Âmbito da Interação Social 

  • Dificuldade em ler emoções e intenções alheias. 

  • Problemas para iniciar e manter conversas.

– Na Dimensão da Comunicação 

  • Vocabulário atípico ou uso rígido da linguagem (tom formal, literalidade). 

  • Atraso ou ausência de fala em alguns casos. 

– Na Esfera dos Comportamentos Repetitivos 

  • Rituais diários que, se interrompidos, causam grande angústia. 

  • Foco intenso em temas específicos, dificultando flexibilidade cognitiva. 

– No Aspecto da Sensibilidade Sensorial 

  • Hipersensibilidade a ruídos, cheiros, texturas. 

  • Hiposensibilidade: busca de estímulos intensos (balançar, batucar). 

– No Âmbito Escolar e Profissional 

  • Dificuldade em se adaptar a regras implícitas e mudanças de rotina. 

  • Desafios em trabalho em equipe, mas potencial para altíssimo desempenho em áreas de interesse. 

– Nos Aspectos Emocionais 

  • Maior risco de ansiedade, depressão e burnout social. 

  • Baixa autoestima devido ao sentimento de “desencaixe” social. 

Conhecendo o diagnóstico de TEA, e suas dificuldades, existem formas de tentar reduzir o sofrimento e atingir uma melhor funcionalidade:

– Intervenções como: Psicologia, Análise do Comportamento Aplicada (ABA), Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia.

– Adaptações Ambientais: Ambientes previsíveis, observando aspectos sensoriais, visuais e auditivos

– Promoção de Habilidades Sociais: Grupos de convivência, jogos que enfatizam turn-taking e leitura de expressão facial. 

– Capacitação de Familiares e Educadores: Entendimento das particularidades sensoriais e comportamentais para oferecer suporte eficaz. 

– Fomento à Inclusão: Políticas de emprego apoiado, mentorias, práticas de ensino inclusivo.

– Tecnologia Assistiva: Apps e dispositivos que favorecem a comunicação alternativa.  

– Redes de Apoio Locais: Grupos, ONGs e associações no Brasil que oferecem cursos, workshops e eventos

– Direitos e Políticas Públicas: Leis de inclusão escolar e profissional, benefícios previdenciários

Enfim, a jornada com o TEA não é fácil, mas não precisa ser solitária, o apoio profissional e comunitário pode fazer uma grande diferença na promoção da funcionalidade.

Contem-nos quais conteúdos vocês querem ver por aqui.

Beijo!

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